29/11/2005

A coragem de exercer a condição de ser professor

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Parabéns pelo exemplo e pela força que demonstram! Parabéns pela capacidade de luta! Parabéns por terem tomates para lutarem pela dignificação da profissão! Parabéns por serem capazes de se unir e ter força e coragem para tomar uma atitude que, apesar de lhes poder sair "cara", não hesitaram em levar para a frente.
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Fossemos, todos, capazes de seguir este exemplo, e talvez conseguissemos dignificar a educação e a função de professor.
É necessário fazer compreender ao ME e aos EE que a nossa profissão não inclui a vertente de entertainer permanente, que não somos pau para toda a obra, a preço de saldo. Isto não é amesquinhar outras profissões que muito respeito, mas dizer que assim como não quero que os outros exerçam a minha profissão, não tenho nada que exercer as dos outros.
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PS: Para manifestar apoio e solidariedade:
  • EB1/JI M.ª Luciana Seruca Rua Conde de Rio Maior 2770-037 Paço de Arcos;
  • Fax: 214425018 ;
  • E-mail: cristinammd@yahoo.com
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28/11/2005

Ainda em relação aos pais...

Encontrei este pequeno texto de Miguel A. Zabalza (in Planificação e Desenvolvimento Curricular na Escola, 1987), que diz o seguinte:

"Os pais são outro elemento da situação que incide de maneira notável na aprendizagem e, em geral, em toda a dinâmica do processo escolar. Fox apresenta um modelo de aprendizagem em que se postula com absoluta claridade a incidência fundamental (constitui uma das 'variáveis críticas') do clima 'sócio-familiar' no processo de aprendizagem. A tese de Fox é a de que a aprendizagem se dá sempre que há um fundamento apropriado (isto é, que se cumprem as condições prévias de participação e interesse da criança no processo e de um clima sócio-familiar que aprecie adequadamente o processo e os conteúdos da aprendizagem) e que a escola o permita, facilite ou acelere (o que faz referência à competência docente do professor). Só a conjugação das três variáveis críticas (aluno-família-professor) torna possível a aprendizagem."

Qual é a novidade?

Há muito tempo que "cheirava" a isto. Só se espanta quem anda a dormir.

Ao mesmo tempo, Professores, alunos e funcionários continuam a apanhar pancada, mas a Ministra não pensa que isso seja preocupante.

Nada de novo sob o Sol.

Por detrás da cortina

Em 1988 já era assim...

Uma boa notícia

Independentemente das escolhas religiosas de cada um, a Escola Pública deve ser laica - digo eu, que mais ninguém tem a obrigação de pensar o mesmo. Aplaudo de pé!

27/11/2005

porque até está legislado!!!

Quase todos os pontos, a prever nos planos, a fazer de acordo com o 50/2005, vão desaguar no Artigo 6.º da Lei nº 30/2002, de 30 de Dezembro (http://serprof.blogspot.com/)… mas destes não fala o “nosso amigo albino”!!!

Para ele só a escola é responsável pela educação, no seu sentido mais abrangente. Ignora ou esquece o estabelecido nesse ponto … não o divulga e não o fomenta no órgão pelo qual se responsabilizou. Pelo contrário, ao assumir e divulgar tudo o que se lê e ouve, veícula entre os seus pares uma desresponsabilização total, pela vida dos seus educandos, para além do portão da escola, e impele-os a a criticar e responsabilizar os professores pela componente que lhes é devida, não apenas por “inerência da sua função” de E.E., mas porque até está legislado.

A maioria dos alunos não aprende porque não estuda, não faz um TPC, não traz material, não está com atenção, não vai às aulas, chega atrasado, desenvolve comportamentos desviantes. São poucos os que apresentam dificuldades reais que necessitem de apoio.

Será pois, altura de devolvermos aos E.E. a responsabilidade que lhes cabe pelo processo de aprendizagem dos seus filhos.
Dos planos podem constar itens que responsabilizem os E.E:
  • pelo contrôle da assiduidade e pontualidade do aluno;
  • pelo processo de alteração de comportamentos;
  • pelo contrôle do estudo do seu educando - TPCs, caderno escolar, realização e resultado de testes (obrigando a que qualquer destes itens venha assinado por eles);
  • pela verificação do transporte de todo o material necessário às aulas;
  • pelo incutir do sentido de responsabilidade nos seus educandos;
  • pelo cumprimento do RI;
  • pelo conversar com o seu educando sobre o trabalho e atitudes a desenvolver, incentivando-os, demonstrando interesse e expectativas positivas sobre a vida académica deles;
  • pelo contacto periódico com o DT

Voltarei

Primeira e única coisa a dizer: A enorme honra por ter sido convidado para este blog! Obrigado!

26/11/2005

Formação Contínua de Professores

No âmbito dos despachos emitidos pelo Ministério da Educação vem-se, por este meio, divulgar as seguintes Acções de Formação Contínua, todas com a duração de 25 horas, equivalentes à atribuição de 1(um) crédito:
- Inglês para docentes de Educação Física
- História para docentes de Francês
- Português para docentes de Educação Visual
- Ciências Físico-Químicas para docentes de Inglês
- Animação Social para docentes de todos os grupos
- A Pedagogia e as Palavras Cruzadas
- Como estabelecer uma relação ensino/aprendizagem em 30 minutos

Para ler

http://ocartel.blogspot.com/2005/11/mensagem-enviada-para-rfm.html

Números

Através do SPZN recebi este e-mail:


No dia 18 de Novembro, data de um dos maiores protestos dos professores portugueses, o país foi surpreendido pela divulgação de um número brutal de horas que, alegadamente, os professores teriam faltado no ano lectivo 2004/2005, qualquer coisa como entre 7,5 e 9 milhões de horas de aulas que, supostamente, teriam sido perdidas pelos alunos.
Os números eram divulgados pelo Ministério da Educação e correspondiam à divulgação parcial, porque ainda incompleta, de um levantamento feito pelo GIASE (Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo) designado “recenseamento Escolar Anual de 2004/2005” situando-se no âmbito dos Recursos Humanos.
A intenção dos responsáveis do Ministério da Educação ao divulgarem, nesse dia de Greve e Manifestação, estes números era evidente: esmagar, com a brutalidade do conceito e da palavra “milhões”, os professores e educadores portugueses desencadeando um novo ataque que visa degradar a sua imagem social. Num dia em que os docentes lutavam pelos seus direitos, o Ministério da Educação tornou públicos números que faziam passar a ideia, na sociedade portuguesa, de que os professores apresentavam uma elevada taxa de absentismo prejudicando, com ela, os seus alunos. Procurava, também, o ME, afunilar os objectivos da luta dos professores reduzindo-os ao problema das substituições — o que está longe de ser verdade — e justificar a sua existência: “só existem porque os professores faltam muito”.
Houve agora acesso aos números deste levantamento que, tal como está disponível no site do GIASE, surge em dias de falta e discriminado por sector de ensino (Educação Pré-Escolar; 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico; Ensino Secundário) e por tipo de falta.

A taxa de resposta dos estabelecimentos do ensino público é elevada:
Educação Pré-Escolar — 93%
1.º Ciclo do Ensino Básico — 94%
2.º Ciclo do Ensino Básico — 80%
3.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário — 78%

O número de docentes considerado no levantamento é de 103.159 o próprio facto de ser um número ainda parcial levava o Ministério da Educação particularmente o secretário de Estado Valter Lemos, a acentuar que estas são as que já foram apuradas, sendo ainda em maior número. Os 103.159 docentes distribuem-se assim:

Educação Pré-Escolar — 7.122
1.º Ciclo do Ensino Básico — 24.6252.º Ciclo do Ensino Básico — 22.146
3.º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário — 49.266

O número total de faltas, calculado em dias, é de 1.732.653. Assim, conclui-se que a taxa de assiduidade dos professores e educadores portugueses, em 2004/2005, foi de 90.7%.


Contudo a taxa de aulas garantidas pelos professores portugueses foi superior, na medida em que a maioria dos dias de falta foram justificados nos termos do Artigo 29.º do Decreto-Lei n.º 100/99 (Faltas por Doença) — 629.397, ou seja 36.3 do total — o que significa que os professores que faltaram por períodos de 1 mês ou mais foram substituídos por outros contratados para o efeito que garantiram aulas, fazendo baixar a taxa de aula não dadas comparativamente à de absentismo.

Mas os milhões de faltas, para usar a expressão do ME com a qual procurou degradar a imagem dos professores perante a sociedade portuguesa, correspondem exactamente a quê? Vejamos a partir dos próprios números do levantamento:

• Em média, cada professor faltou 0,4 dias (menos de meio dia) por ano ao abrigo do Estatuto do Trabalhador Estudante;
• Por conta do período de férias cada professor faltou, em média, 3 dias por ano, o que significa que não deu 75% das faltas que poderia ter dado;
• Por doença, cada professor ou educador faltou 6 dias por ano por motivo de doença. Ora, correspondendo muitas dessas faltas a doenças prolongadas, foram inúmeros os que não deram qualquer falta por doença, terão sido a grande maioria;
• Para assistência à família (filhos com mais de 10 anos ou familiares idosos) cada professor faltou, em média, 1 dia por ano;
• Já para assistência a filhos menores de 10 anos cada docente, em média, utilizou 0,8 de dia;
• E para tudo o resto (acções de formação, reuniões sindicais, greve, falecimento de familiares, casamento, cumprimento de obrigações legais, faltas não imputáveis ao trabalhador, participação em campanhas eleitorais como candidato) cada professor, em média, utilizou 5 dias por ano.

Revela-se o facto de todas estas faltas serem devidamente justificadas e prova-se que os milhões de faltas com que o ME pretendeu esmagar os professores não são assim tão esmagadores e, bem pelo contrário, revelam que a taxa de absentismo dos professores não é superior à dos demais trabalhadores portugueses, nem será diferente da dos seus congéneres europeus. É esta a realidade que o ME, por razões que todos compreendemos, procura escamotear. Fazendo-o e colocando em causa a atitude profissional dos docentes, o ME não diz a verdade, está a ser injusto e presta um mau serviço ao país que tanto necessita de professores respeitados e dignificados.

25/11/2005

Permanência dos docentes na escola

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Gostei!!!

... em http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=4196

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Agradecimento

Quero agradecer aqui o convite para membro deste blog, que muito me gusta visitar.
Em breve darei notícias.
Um abraço aos meus novos colegas blogistas. ;)

O método da mentira

Eu lia o escritor equatoriano com muita atenção, até ele mentir sobre mim sem sequer me conhecer. E acreditava no que ele dizia sobre outras actividades profissionais. Médicos, Políticos, Engenheiros, Promotores imobiliários, Juízes, etc. Acreditei até a mentira cair sobre mim.
Agora não acredito.
O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça (Nunes da Cruz) disse com toda a clareza que o «governo mente intencionalmente aos Portugueses» sobre a actividade judicial. Há uns anos atrás eu, provavelmente acharia que se tratava de um desabafo sem fundamento, apenas revelador de interesses corporativos. Hoje não. Hoje sei que o Exmo. Sr. Juiz tem toda a razão. O método deste governo (e dos outros anteriores) é a mentira. Faz criar junto dos portugueses uma imagem falsa das classes que pretende atacar para poder actuar a seu bel-prazer sem provocar ainda mais insatisfação.
É o mesmo método utilizado com requintes de malvadez (disfarçada de santidade na expressão sempre angelical, diria quase sofredora) pelo ministério da educação. Daí que não me espante existirem muitos humbertos e anónimos por esse país fora, enganados pelo governo. Não sejam imbecis: o Governo controla a informação toda. Ainda por cima em questões em que o Bloco central está de acordo. O Debate na passada 2ª feira foi exemplo disso: A Ministra dizia «mata» e o Justino gritava «esfola». Os sindicatos assistiam.
O governo mente e as pessoas acreditam por defeitos próprios inimputáveis ao governo. O defeito de serem comodistas e não procurarem informação, e, pior do que isso, o defeito de falarem sobre um assunto baseados em dois ou três argumentos de senso comum.
É por estes dois defeitos serem muito bem distribuídos pela população portuguesa que temos sucessivos governos que ganham eleições prometendo não subir impostos e depois sobem. A mentira compensa. E nós, professores, estamos desarmados. Ensinamos a verdade nas escolas para a sociedade mostrar aos nossos alunos que a mentira é o método.
Lembram-se da canção do Sérgio Godinho sobre um tal de Casimiro? Apliquem ao vosso caso e tenham cuidado com as imitações...

O que a ministra da Educação não percebe

pode ser percebido aqui: http://serprof.blogspot.com/

23/11/2005

O Estado não tem dinheiro

E há que poupar . Compreende-se.

Lêmos, Lemos

Lêmos um pouco de tudo. Ou de nada.

22/11/2005

A profissão

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Continua actual ... oh, se continua!!!
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O artigo de José Manuel Constantino, de onde retirei este excerto, foi publicado na Horizonte - Revista de Educação Física e Desporto, em 1995 (!!!!!) ... acrescentem a todas as tarefas que ele refere, e em que nos perdemos e desgastamos, todas as que, para além desta data, foram ainda inventadas ... e depois, contabilizem apenas as horas de aulas, como sendo apenas as nossas horas de trabalho
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(...) "É inquestionável que os profes­sores sofrem as consequências da crise global que afecta todo o sistema de ensino e que tem como causa próxima as políticas educativas seguidas nos últimos anos, em Portugal e em todo o mundo ocidental.
Como escreveu António Teodoro - em local e momento que não sei precisar - «os professores acrescen­taram à sua função tradicional de transmissores de conhecimentos a de animadores culturais, de assistentes sociais, de responsáveis administrativos e políticos. Esta concepção multifuncional dos professores traduziu-­se num factor de perturbação, trans­formando os professores em verdadei­ras criadas para todo o serviço».
Esta concepção aliada a valores que invadiram a escola e que transformam o trabalho docente. em nome do sucesso educativo, numa «taylorização camuflada» criaram uma evidente crise de identidade, de gosto e de prazer pelo exercício da profissão. O que existe é insegurança, desconforto e mal-estar.
O professor viu desvalorizados os conteúdos culturais e formativos das respectivas disciplinas, a primeira razão de ser da sua profissão, em nome de um pedagogismo fala­cioso, e caiu no logro de passar «a viver» a escola. Que se traduziu em passar lá mais tempo a fazer um pouco de tudo e a ensinar cada vez pior.
Como se isto não fosse já sufici­ente, viu as suas condições de tra­balho piorarem, o seu sistema remuneratório ser progressivamente desvalorizado, as escolas serem transformadas em locais de violên­cia, e alunos, pais e administração a exigirem-lhe cada vez mais, quando não a responsabilizá-lo por as coisas não correrem bem.
"O professor mal pago, isolado, denegrido e humilhado, quer pelos alunos, quer pela hierarquia interiorizou esta sua condição e despreza o seu próprio trabalho"(12). E contrariado, é obrigado a par­ticipar em infindáveis reuniões para tudo e para nada. A fazer actas. A fazer planificações (a longo, médio e curto prazo) que quase sempre se transformam em meras idealizações que a prática concreta não confir­ma. A definir objectivos, os quais têm que ser gerais e específicos e obedecer a uma nomenclatura especializadíssima. A fazer avalia­ções as quais deverão ser formativas, sumativas e globais. A fazer matrículas. A organizar as tur­mas. A contabilizar as faltas dos alunos. A preencher pautas, fichas, parâmetros e outras papeladas. A elaborar horários. A decorar a es­cola. A pintar campos de jogos. A fixar cabides em balneários. A re­cuperar material. A organizar o in­ventário. A receber os pais. A dar mais atenção aos filhos dos outros que os próprios pais lhes dão. E fi­nalmente, também, a dar aulas. E aqui, a dispor de estratégias de remediação para tudo, em nome, de uma eventual «ciência» educa­tiva. Ou seja, a dar valor e importância a aspectos secundários e em alguns casos dispensáveis da acção docente e a se não dedicar ao essencial: a matéria de ensino e o acto pedagógico.
A extensão e a consequência desta situação está à vista de todos: transformados em «pau para toda a obra» têm do exercício da pro­fissão uma imagem que não está apenas desvalorizada aos «olhos dos outros»: ela está também instalada no seio dos professores. Basta para tanto que os oiçamos. E se possível, contabilizemos, quantos não muda­riam rapidamente de profissão se acaso a oportunidade surgisse(13). E quantos outros, não encontram em outras actividades profissionais ex­teriores à Escola, a compensação profissional que aquela lhe não oferece.
(…)
António Nóvoa, uma das pesso­as mais lúcidas no âmbito da for­mação de professores recorre a uma citação curiosa: «os conteúdos são o paradigma perdido da for­mação». É de facto aqui que reside parte dos problemas que é nossa responsabilidade procurar alterar. (...)
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12 - Dherbecourt, Un métier qui n`existe plus. Le monde de l`education nº5, 1975
13 - José Manuel Esteves, o Mal-estar docente, ed. Esher, 1992
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Novamente o absentismo

Não sou eu que digo:

a candidatura de Francisco Louçã distribuiu uma cópia de um artigo publicado na edição de 30 de Dezembro de 1993 da “Gazeta do Interior”, em que é feita uma referência à alegada perda de mandato de Valter Lemos como vereador da Câmara de Penamacor. "A Câmara de Penamacor reuniu, este ano, pela última vez, na Freguesia do Vale da Senhora da Póvoa. No encontro, que contou com a presença de todos os elementos do executivo, entre os quais João Manuel Gonçalves, que substitui Valter Lemos, que perdeu o mandato por excesso de faltas

in "Público"

Como disse?

"O país não conseguirá atingir as metas de desenvolvimento científico sustentado se não tiver professores motivados e preparados para formar os jovens". A convicção foi manifestada pelo professor catedrático Luís Peralta, à margem de uma palestra que, ontem, decorreu no Visionarium - Centro de Ciência do Europarque, no âmbito das comemorações da Semana da Ciência promovida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.

Em declarações ao JN, o professor e cientista da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa considerou que "uma parte do problema do desenvolvimento científico reside em quem dá formação". Luís Peralta explica que "é importante motivar os jovens, mas também as pessoas que lidam com eles".

Acrescentou, ainda, que, "há muito que fazer nesse campo, porque a formação é esquecida". Defende, por isso, um maior número de acções de formação destinadas aos docentes. "Um bom professor influencia de forma decisiva no futuro de um jovem", concluiu.


in JN

21/11/2005

O problema do absentismo

também está em discussão aqui.