17/05/2007

Para evitar problemas de diplomas...

Acesso às carreiras mais altas vai dispensar licenciatura
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O acesso às carreiras mais altas da função pública vai deixar de exigir licenciatura aos candidatos. Esta é uma das novidade do novo regime de vínculos, carreiras e remunerações que se encontra em fase final de negociação e que deverá dar entrada na Assembleia da República até final de Junho de modo a entrar em vigor em Janeiro do próximo ano.
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a notícia toda em:

7 comentários:

SL disse...

Não deixa de ser curiosa, esta notícia... Também a tinha visto e ia colocar um post sobre ela. É que ando a ler a legislação referente ao PRACE e ao SIADAP, bem como as sucessivas alterações ao ECD, e uma das coisas que se diz lá pelo meio é que os pretendentes a cargos dirigentes na Função Pública têm de ter, no mínimo, uma licenciatura, contrariando aquilo que estava até agora estipulado (12ºano). Pelos vistos, para ser Ministro não é necessário tanto rigor -- basta ter um curso na UnI ou conhecer uns amigos UnI.
Quais são as costas que estão a ser cobertas?

Moriae disse...

O panorama é tenebroso ... esta lei deve ser para alguns sobrinhos ou tios. E depois quando esses lá estiverem, retira-se a lei.

brit com disse...

Este blog foi nomeado pela moriae da Sinistra Ministra para o prémio “Blog com Tomates”. Para ver como proceder visite http://blogcomtomates.blogspot.com
Parabéns!

Catarina disse...

Deve estar aí a rebentar a campanha publicitária mostrando os altos funcionários que não acabaram os estudos!

linfoma_a-escrota disse...

eu sou sempre a favor, trolhas com secretários de estado porque não, toda a gente que eu conheço com média de liceu superior a 14 era um atrasadinho mental para a vida, escondendo-se atrás dos livros da sobriedade e da preocupação constante com nestum em papas


www.motoratasdemarte.blogspot.com

Moriae disse...

LOL! Pela primeira vez vi, ou li, um Linfoma soft ;). Ele(a) é geralmente arrasador!

apreensivo disse...

Conheço pessoas mais habiitadas que algumas figuras públicas a fazer especializações em escolas de prestígio a nível mundial e o público nacional não as conhece.
Sei também de muitos jovens licenciados com mérito, em faculdades credíveis, ainda à procura de um emprego condigno... onde irá isto parar? E se todos lutássemos pela competência no nosso país? Assim não vamos lá (já muitos pensadores de há séculos afirmavam o mesmo: Luís António Verney, Eça, etc). Assistimos aos nossos competentes a «brilhar» em países que valorizam a competência!Jorge de Sena, Vieira da Silva (já desaparecidos); António Damásio, Eduardo Lourenço, etc....